
O Tadd System organiza o acompanhamento de processos térmicos associados a veículos em uma experiência integrada de operação, análise e rastreabilidade. A plataforma conecta etapas do processo, temperaturas, equipamentos, eventos, custos, consumo de energia e documentos, transformando dados operacionais em informações mais claras para acompanhamento, diagnóstico e tomada de decisão.

Profissionais responsáveis pelo acompanhamento de processos térmicos, operação de equipamentos, controle de qualidade, gestão de ocorrências e análise de desempenho.
Os contextos de uso abrangem desde a consulta rápida do processo em andamento até a investigação de eventos, custos, consumo, tempos e documentos que apoiam decisões operacionais e administrativas.
A arquitetura de informação foi organizada em torno dos principais objetos observados no produto: processos, veículos, etapas, temperaturas, equipamentos, eventos, notificações, testes laboratoriais, usuários, empresas, permissões, custos e consumo de energia. Filtros por análise, número do processo, placa, veículo, período e agregação por dia ou mês estabelecem o contexto antes da apresentação dos dados.
O dashboard conecta a visão consolidada do processo atual ao detalhamento das etapas de pré-aquecimento, desinfecção, secagem e purga. Indicadores de progresso, tempo e temperatura convivem com o estado de queimadores, ventiladores e dampers, permitindo relacionar o comportamento dos equipamentos às ocorrências registradas.
Nos painéis analíticos, KPIs sintetizam o cenário e a alternância entre gráfico e tabela oferece diferentes níveis de leitura, enquanto a exportação para Excel apoia análises externas.
O processo de UX Research concentrou-se na análise documental e estrutural das telas, no mapeamento do vocabulário de domínio, entidades, tarefas, estados e relações presentes na experiência. Também foi identificada a regra documentada para testes laboratoriais: processos sem teste recebem N/A; processos com teste permanecem pendentes até o envio do PDF e definição do resultado como aprovado ou reprovado.
Como o material disponível não registra entrevistas, observação contextual ou testes de usabilidade, essas práticas não são apresentadas como evidências deste case.
Sob a perspectiva de Product Design, a experiência conecta autenticação, administração, operação em tempo real, análise e documentação. O fluxo vai do acesso ao sistema e gestão de usuários à leitura do processo atual, investigação de falhas, consulta de processos concluídos, acompanhamento de testes laboratoriais e avaliação de indicadores de desempenho.
A interface utiliza padrões recorrentes para navegação, autenticação, filtros, formulários, cards de KPI, abas, gráficos, tabelas, paginação, estados e ações de exportação. A repetição desses elementos reduz inconsistências, torna comportamentos mais reconhecíveis e favorece a expansão da plataforma para novos indicadores e fluxos.
A nomenclatura tipográfica recorrente nas telas indica uma estrutura consistente de títulos, corpos, legendas e abas. Estados como completo, reprocesso, pendente, aprovado, reprovado, ligado, desligado, falha, aviso, defeito e resolvido são apresentados em diferentes contextos operacionais e podem ser tratados como uma linguagem semântica compartilhada.
O material analisado sugere padrões reutilizáveis, mas não comprova a existência de uma biblioteca publicada, tokens formalizados ou governança documentada. Esses pontos devem ser validados na evolução do sistema.
A linguagem visual equilibra alta densidade de dados operacionais com agrupamentos claros e hierarquia progressiva. Cards destacam informações prioritárias, gráficos apoiam a leitura de tendências e comparações, enquanto tabelas sustentam conferência e investigação detalhada.
A organização por blocos conduz o usuário do panorama do processo ao dado específico de uma etapa, equipamento, evento ou documento. Filtros preservam o recorte da análise, abas entre gráfico e tabela adequam a visualização à tarefa e a proximidade entre indicadores e detalhes reduz a perda de contexto.
A consistência entre dashboards, painéis analíticos e telas administrativas fortalece a previsibilidade da navegação.
Temperaturas, progresso, duração, reprocesso, aprovação, eventos, recorrência, custos, consumo de energia e tempos de atividade ou inatividade orientam a hierarquia da interface. Os dados aparecem em diferentes níveis de granularidade para responder tanto a consultas rápidas quanto a análises aprofundadas.
KPIs resumem totais, médias e valores extremos; gráficos revelam evolução e comparação por período; tabelas expõem os registros que compõem os indicadores. A agregação por dia ou mês permite ajustar a escala de leitura, enquanto filtros por processo, placa, veículo e intervalo de datas conectam a análise ao contexto operacional.
Assim, os dados não são apenas resultados: eles estruturam prioridades, apoiam diagnósticos e orientam decisões sobre qualidade, custo, energia e eficiência.
Os usuários podem autenticar-se, recuperar o acesso, cadastrar usuários, definir empresas e permissões, selecionar análises e aplicar filtros. Também podem alternar entre gráfico e tabela, navegar por páginas, agrupar informações por dia ou mês, exportar dados para Excel, enviar documentos em PDF e consultar relatórios, comprovantes e testes laboratoriais.
A navegação conecta a visão consolidada ao detalhe operacional, permitindo partir do progresso de um processo ou de um KPI para compreender etapas, temperaturas, equipamentos, ocorrências, custos e consumo sem perder o contexto da consulta.
A experiência prioriza legibilidade, hierarquia e diferenciação de estados em interfaces densas. Cards, gráficos, tabelas, filtros e resumos distribuem grandes volumes de informação e tornam padrões recorrentes mais reconhecíveis.
O material analisado não documenta validações de contraste, navegação por teclado, leitores de tela, responsividade ou métricas de carregamento. Esses pontos são considerados critérios de evolução e validação do produto, e não resultados já comprovados.