
O Setta MES conecta planejamento, engenharia, suprimentos, estoque, chão de fábrica, qualidade e expedição em uma experiência única de gestão da produção. A plataforma transforma ordens de produção, materiais, projetos elétricos, BOMs e eventos operacionais em fluxos rastreáveis, apoiando decisões desde o planejamento da fábrica até a entrega do produto acabado.

Profissionais de Planejamento e Controle de Produção, projetistas elétricos, almoxarifado, estoque, recebimento, separação, conferência, produção, qualidade, expedição, gestão, comercial e financeiro.
Os diferentes níveis de acesso abrangem desde tarefas operacionais e consultas pontuais até parametrizações, análises, gestão de usuários, permissões e acompanhamento consolidado da fábrica.
A arquitetura de informação foi estruturada a partir dos principais objetos do domínio industrial: ordens de produção, produtos, etapas, materiais, endereços, inventário, notas fiscais, solicitações de compra, projetos, BOMs, ocorrências, clientes e expedições. A separação entre usuários gestores e usuários padrão organiza responsabilidades e reduz a exposição a ações administrativas fora do contexto de cada função.
Nos fluxos operacionais, listas de trabalho apresentam itens a fazer e finalizados, enquanto filtros, buscas, paginação, históricos e exportações apoiam conferência e rastreabilidade. Estados como pendente, aprovado, disponível para entrega, recusado, em separação, conferido e concluído orientam prioridades e próximos passos.
A experiência conecta visão consolidada e detalhe: o usuário parte de uma lista, acessa uma ordem ou solicitação, executa a tarefa e consulta seu histórico sem perder o contexto operacional.
O processo de UX Research concentrou-se na análise documental e estrutural das telas, no mapeamento do vocabulário de domínio, perfis, tarefas, estados, dependências e pontos de decisão presentes na experiência. Como o material analisado não registra entrevistas, observação contextual, testes de usabilidade ou métricas de uso, essas práticas não são apresentadas como evidências deste case. Permanecem como próximos passos para validar hipóteses, prioridades e eficiência dos fluxos.
Sob a perspectiva de Product Design, o produto articula três camadas complementares: planejamento, preparação técnica e execução. O PCP distribui e acompanha a produção; os projetistas elétricos vinculam projetos e BOMs às ordens; e as áreas operacionais recebem, armazenam, separam, conferem e entregam materiais até a expedição. Essa continuidade reduz silos e transforma registros isolados em uma cadeia de decisões conectadas.
A interface utiliza padrões recorrentes para navegação, cabeçalhos, filtros, campos de data, buscas, abas, tabelas, paginação, cards analíticos, gráficos, modais, formulários, estados e ações de exportação. A repetição desses componentes reduz inconsistências entre módulos densos e torna os comportamentos mais previsíveis para perfis que transitam por diferentes etapas do processo.
As tabelas funcionam como um componente central do sistema e acomodam diferentes combinações de seleção, ordenação, filtros, status, ações por linha e detalhamento. Cores de estado, badges e indicadores reforçam prioridade e situação operacional, enquanto padrões de “A fazer” e “Finalizados” mantêm coerência entre recebimento, inventário, separação, conferência e expedição.
A gestão de permissões amplia a escalabilidade do sistema ao combinar páginas, empresas e funções de acordo com o perfil de cada usuário.
A linguagem visual equilibra alta densidade de informação com hierarquia funcional. A navegação lateral preserva o acesso aos módulos, cabeçalhos contextualizam cada tarefa e grandes superfícies tabulares favorecem comparação e conferência. Cards e gráficos sintetizam indicadores, enquanto formulários e modais concentram ações sem romper o fluxo principal.
Agrupamentos por módulo, estado e etapa ajudam o usuário a reconhecer onde está, o que precisa ser feito e quais registros exigem atenção. A proximidade entre filtros, resultados e ações reduz deslocamentos visuais, enquanto a consistência entre telas encurta a curva de aprendizado em um produto utilizado por múltiplas áreas da fábrica.
Ordens de produção, datas planejadas e realizadas, etapas, quantidades, saldos, pontos de pedido, lead times, revisões, ocorrências, endereços, responsáveis e status estruturam a hierarquia da experiência. Esses dados aparecem em diferentes níveis de granularidade: resumos apoiam a leitura rápida, tabelas permitem comparação e históricos explicam os eventos que compõem cada estado.
No PCP, a distribuição das OPs por dia, os volumes adiantados ou atrasados e os registros de salvamento apoiam decisões de sequenciamento e replanejamento. Na engenharia, BOMs, revisões e listas de peças tornam dependências técnicas rastreáveis.
No estoque e na produção, quantidades solicitadas, disponíveis, separadas, conferidas e entregues ajudam a identificar desvios. Nas análises, gráficos e tabelas por período, OP ou tipo de produto transformam registros operacionais em insumos para priorização e melhoria contínua.
Os usuários podem filtrar e buscar registros, alternar entre filas a fazer e finalizadas, consultar detalhes e históricos, navegar por páginas, preencher formulários, aprovar ou recusar solicitações, registrar recebimentos, contagens, separações, conferências, devoluções e expedições, além de exportar dados para Excel.
Gestores podem administrar usuários, empresas, páginas, funções, permissões, parâmetros e bloqueios. O PCP pode distribuir ordens no plano mestre, acompanhar clientes, consultar análises e recuperar registros de planejamento.
Projetistas elétricos podem anexar projetos, relacionar BOMs, acompanhar revisões e encaminhar necessidades de materiais ao almoxarifado. A navegação preserva o vínculo entre objeto, etapa e histórico para que cada ação permaneça contextualizada.
A experiência prioriza legibilidade, consistência e reconhecimento de estados em telas com grande volume de dados. Cabeçalhos persistentes, filtros próximos aos resultados, nomenclatura recorrente e separação clara entre status e ações favorecem a escaneabilidade e reduzem a carga cognitiva.
O material analisado não documenta validações de contraste, navegação por teclado, leitores de tela, responsividade, tempos de resposta ou métricas de conclusão de tarefas. Esses pontos devem ser tratados como critérios de evolução e validação do produto, especialmente em tabelas extensas, gráficos, formulários críticos e fluxos utilizados em ambientes operacionais.