Factory

Controle e análise em tempo real da produção de máquinas industriais.
Factory
Setta Factory — Gestão e inteligência para a produção industrial

O Setta Factory conecta planejamento, execução e análise do chão de fábrica em uma experiência única. A plataforma acompanha listas de produção, máquinas, processos, peças, insumos, paradas, ocorrências e retrabalhos, transformando um ambiente operacional complexo em informações rastreáveis e acionáveis.

Papel e escopo
  • UX/UI Design
  • UX Research documental
  • Product Design
  • Arquitetura de informação
  • Design System
  • Data-Driven Design
  • Prototipação e documentação

Objetivos
  • Centralizar o acompanhamento da produção industrial
  • Conectar planejamento, operação e análise
  • Facilitar a identificação de atrasos, perdas e gargalos
  • Dar rastreabilidade a etapas, responsáveis e aprovações
  • Apoiar decisões com indicadores de desempenho
  • Padronizar experiências entre diferentes processos produtivos
  • Criar uma base escalável para novas configurações e operações
Público

Operadores, montadores, projetistas, equipes administrativas, solicitantes, responsáveis por aprovações e profissionais ligados ao planejamento e à gestão da produção. Cada perfil interage com diferentes níveis de informação, desde a execução de uma etapa até a análise consolidada do desempenho da fábrica.

Abordagem

A arquitetura de informação foi organizada em torno dos principais objetos da operação: projetos, listas de produção, programas, peças, máquinas, boxes, etapas, paradas, ocorrências, retrabalhos e insumos.

Dashboards apresentam o estado geral da produção, enquanto tabelas e telas detalhadas permitem investigar registros e executar ações. Estados, responsáveis, datas e históricos preservam a rastreabilidade entre o que foi planejado, executado, alterado e aprovado.

O processo de UX Research concentrou-se na análise documental e estrutural dos fluxos, no mapeamento de perfis, tarefas críticas, informações e regras de negócio presentes no produto. Como o material disponível não registra entrevistas ou testes de usabilidade, essas práticas não são apresentadas como evidências deste case.

Sob a perspectiva de Product Design, a experiência conecta configuração, planejamento, execução e monitoramento: da criação ou importação de listas ao acompanhamento das etapas, registro de paradas e retrabalhos, aprovações e análise dos resultados.

Destaques de design
  • OEE e desempenho: disponibilidade, desempenho, qualidade, metas e progressão apresentados em diferentes níveis de detalhe.
  • Produção: comparação entre planejado e realizado, volumes, turnos, tempos, perdas e desvios.
  • Listas de produção: importação, criação, aprovação, liberação, agrupamento, bloqueio e acompanhamento por processo.
  • Execução industrial: fluxos específicos para corte, dobra, solda, montagem, pintura e expedição.
  • Paradas e retrabalhos: registro de causas, duração, criticidade, evidências, responsáveis e aprovações.
  • Peças e insumos: acompanhamento de estoque, movimentações, consumo e perdas de materiais.
  • Análises e relatórios: tabelas, gráficos, visões resumidas ou detalhadas e exportação para Excel.
  • Configuração: turnos, máquinas, produtos, etapas, especializações, referências e parâmetros industriais.

Design system

A interface utiliza componentes recorrentes para navegação, KPIs, filtros, tabelas, paginação, formulários, ações e status. A padronização tipográfica e estrutural reduz inconsistências entre módulos, diminui a curva de aprendizado e facilita a expansão do produto para novos processos.

Estados visuais distinguem situações como aguardando aprovação, liberado, iniciado, finalizado, atrasado e concluído, mantendo comportamentos reconhecíveis em diferentes jornadas. A reutilização de padrões cria consistência entre experiências analíticas, administrativas e operacionais.

Visual language

A linguagem visual equilibra alta densidade de dados com agrupamentos claros e espaços de respiro. Cards destacam indicadores prioritários, gráficos revelam tendências e comparações, enquanto tabelas apoiam consulta, conferência e operação.

A hierarquia tipográfica, o alinhamento, o contraste e a organização por blocos conduzem a leitura da visão geral aos detalhes de uma peça, programa, etapa ou ocorrência. Cores e estados reforçam prioridades sem depender apenas do texto.

Data-Driven Design

OEE, disponibilidade, desempenho, qualidade, metas, volumes, tempos, perdas, consumo e produção por turno orientam a hierarquia da interface. Comparações entre planejado e realizado ajudam a revelar desvios, enquanto recortes por processo e período permitem aprofundar a análise.

Os dados não aparecem apenas como resultado: eles organizam prioridades, direcionam alertas e conectam indicadores consolidados aos registros operacionais que explicam seu desempenho.

Interações

Os usuários podem consultar, adicionar, atualizar, importar, aprovar, rejeitar, liberar, bloquear e agrupar registros. Também podem pausar operações, abrir ocorrências, registrar retrabalhos, anexar imagens, acompanhar históricos e exportar informações.

A navegação conecta diagnóstico e ação, permitindo sair de um indicador consolidado para os registros operacionais relacionados, sem perder o contexto que fundamenta a decisão.

Acessibilidade e performance

A experiência prioriza legibilidade, hierarquia e diferenciação de estados em interfaces densas. Tabelas, cards e visualizações resumidas ajudam a distribuir grandes volumes de informação e tornam ações recorrentes mais reconhecíveis.

O material analisado não documenta validações de contraste, navegação por teclado, leitores de tela, responsividade ou métricas de carregamento. Esses pontos são considerados critérios de evolução e validação do produto, e não resultados já comprovados.