
O Setta Connect transforma dados de dispositivos, medições e geração de energia em uma experiência integrada de monitoramento, diagnóstico e análise. A plataforma conecta subestações, equipamentos, qualidade de energia e previsões de geração, tornando informações técnicas mais rastreáveis, comparáveis e acionáveis.

Profissionais responsáveis pelo acompanhamento de instalações elétricas, operação, manutenção, qualidade de energia e análise de geração. Os diferentes contextos de uso abrangem desde a consulta rápida do estado de um equipamento até a investigação de eventos, medições e tendências que apoiam decisões técnicas e operacionais.
A arquitetura de informação foi organizada em torno dos principais objetos observados no produto: agrupamentos, subestações, dispositivos, eventos, atuações, medições, inconformidades, análises e previsões de geração. Filtros de período, agrupamento e subestação estabelecem o contexto da consulta antes da apresentação dos dados.
Cards resumem status, última atuação e volume de ocorrências, enquanto tabelas e históricos permitem investigar datas, duração e recorrência dos eventos. Nas análises, a alternância entre gráfico e tabela oferece diferentes níveis de leitura, enquanto downloads e exportações apoiam o aprofundamento das informações fora da plataforma.
O processo de UX Research concentrou-se na análise documental e estrutural das telas, no mapeamento do vocabulário de domínio, entidades, tarefas, estados e relações presentes na experiência. Como o material disponível não registra entrevistas, observação contextual ou testes de usabilidade, essas práticas não são apresentadas como evidências deste case.
Sob a perspectiva de Product Design, a experiência conecta contexto, diagnóstico, detalhamento, histórico e análise: da seleção de uma subestação à leitura do estado dos dispositivos, investigação de falhas, avaliação da qualidade de energia, comparação da geração e planejamento de manutenção.
A interface utiliza padrões recorrentes para navegação, filtros, seleção de dispositivos, cards de KPI, cabeçalhos, tabelas, paginação, estados e ações de download. A repetição desses componentes reduz inconsistências, torna comportamentos mais reconhecíveis e favorece a expansão da plataforma para novos dispositivos e análises.
A nomenclatura estrutural das telas indica componentes reutilizados em diferentes módulos. Estados como em funcionamento, acionado, desligado, bypass, emergência e falha de comunicação recebem tratamento consistente para apoiar o reconhecimento rápido e a comparação entre diferentes contextos.
A linguagem visual equilibra alta densidade de dados técnicos com agrupamentos claros e hierarquia progressiva. Cards destacam informações prioritárias, gráficos apoiam a leitura de tendências e comparações, enquanto tabelas sustentam conferência e investigação detalhada.
A organização por blocos conduz o usuário do contexto geral ao dado específico de um dispositivo, evento ou medição. Filtros persistentes preservam o recorte da análise, enquanto a proximidade entre indicadores, históricos e ações reduz a perda de contexto durante a navegação.
Status, eventos, atuações, duração, recorrência, medições, frequência, fator de potência, potência ativa e reativa, irradiância e geração orientam a hierarquia da interface. Os dados aparecem em diferentes níveis de granularidade para responder tanto a consultas rápidas quanto a análises aprofundadas.
Comparações entre geração ideal, prevista e realizada revelam desvios e tendências. KPIs de qualidade de energia sintetizam o cenário, enquanto históricos explicam os registros que compõem os indicadores. Assim, os dados não são apenas resultados: eles estruturam prioridades, apoiam diagnósticos e orientam decisões de manutenção.
Os usuários podem definir período, agrupamento e subestação, selecionar dispositivos e tipos de análise, alternar entre gráfico e tabela, consultar históricos, navegar por páginas e exportar informações. Também podem baixar datasheets, análises e resumos relacionados ao conteúdo em foco.
A navegação conecta a visão consolidada ao detalhe operacional, permitindo partir de um status ou KPI para compreender ocorrências, medições e tendências sem perder o contexto da consulta.
A experiência prioriza legibilidade, hierarquia e diferenciação de estados em interfaces densas. Cards, gráficos, tabelas e resumos distribuem grandes volumes de informação e tornam padrões recorrentes mais reconhecíveis.
O material analisado não documenta validações de contraste, navegação por teclado, leitores de tela, responsividade ou métricas de carregamento. Esses pontos são considerados critérios de evolução e validação do produto, e não resultados já comprovados.