
O projeto Checklists organiza a criação, o preenchimento, o acompanhamento e a análise de checklists técnicos em uma experiência integrada. A solução combina um aplicativo mobile voltado à execução em campo com uma plataforma desktop dedicada à configuração dos modelos, monitoramento do trabalho, revisão das respostas e tomada de decisão. Checklists, evidências, responsáveis, clientes, datas, revisões, progresso e duração compõem um fluxo rastreável, do primeiro preenchimento à aprovação, reprovação ou recusa.
- UX/UI Design
- UX Research documental
- Product Design
- Arquitetura de informação
- Design System
- Data-Driven Design
- Prototipação e documentação

A experiência atende profissionais que executam inspeções e comissionamentos em campo, responsáveis por registrar respostas, medições, observações e evidências, além de coordenadores, projetistas, engenheiros, revisores e gestores que configuram tipos de checklist, acompanham responsáveis, analisam resultados e aprovam ou reprovam entregas.
No mobile, a prioridade é concluir a tarefa com contexto e continuidade. No computador, o foco está em comparar registros, identificar pendências e apoiar decisões a partir de uma visão consolidada.
A arquitetura de informação foi estruturada em torno dos principais objetos do domínio: checklist, tipo, cliente, área, subárea, seção, item, pergunta, dado de entrada, resposta, observação, anexo, responsável, projetista, revisão, status, data, duração e notificação. Essa estrutura conecta a configuração do modelo à instância preenchida em campo e ao acompanhamento posterior.
No smartphone, a navegação parte da busca e das listas de trabalho, avançando por cliente e níveis como área, subárea e sub-subárea até chegar ao checklist e suas seções. Cards apresentam nome, criação, duração, percentual e quantidade de itens preenchidos. Durante a execução, o usuário responde perguntas, registra medições, adiciona observações e inclui evidências como imagens, arquivos e PDFs. A organização sequencial reduz a carga de decisão e mantém o foco no próximo item.
No computador, filtros por status, tipo, checklist, responsável e período apoiam a localização e comparação de registros. Cards, tabelas e gráficos atendem diferentes níveis de leitura, enquanto ações de agrupamento, separação, inclusão de arquivos em lote, notificações e exportação para Excel apoiam rotinas de coordenação. A gestão de tipos permite definir descrições, dados de entrada, obrigatoriedade, exigência de anexos, observações e ordenação dos itens.
Os estados Aguardando Resposta, Parcialmente Preenchido, Preenchido, Aprovado, Reprovado e Recusado comunicam a evolução do fluxo. Percentual, quantidade concluída, data e duração complementam o status textual, diferenciando trabalho não iniciado, em andamento, finalizado e pendente de decisão. A revisão mantém o vínculo entre checklist, responsável, cliente, evidências e histórico.
O UX Research concentrou-se na análise documental e estrutural das telas, mapeando vocabulário, objetos, tarefas, estados, dados e pontos de decisão representados na interface. O material não registra entrevistas, observação contextual, testes de usabilidade, analytics ou métricas de impacto; portanto, essas práticas não são apresentadas como evidências deste case.
Sob a perspectiva de Product Design, o produto articula três camadas: configuração, execução e governança. A plataforma desktop estrutura os modelos e acompanha o portfólio de checklists; o aplicativo mobile transforma o modelo em uma tarefa guiada; e a revisão consolida respostas e evidências para aprovação, reprovação ou recusa.
A interface utiliza padrões recorrentes para autenticação, navegação, cabeçalhos, busca, filtros, seletores, campos de data, cards, tabelas, indicadores de progresso, badges de status, formulários, anexos, ações por linha e alternância entre tabela e gráfico. A repetição desses componentes cria previsibilidade entre tarefas operacionais e administrativas e facilita a expansão para novos tipos de checklist.
A tipografia diferencia escalas para smartphone e computador, considerando a densidade de cada contexto. O cabeçalho escuro, o azul como destaque de ação, os fundos claros e as cores de estado organizam a hierarquia sem competir com o conteúdo técnico. Botões, ações de retorno e combinações como Cancelar/Salvar e Cancelar/Adicionar reforçam padrões reconhecíveis.
Cards são priorizados no mobile para favorecer leitura rápida e interação por toque, enquanto tabelas densas sustentam comparação, triagem e revisão no desktop. Seções, contadores e indicadores mantêm a orientação em checklists extensos. Como evolução, tokens de cor, espaçamento, raio, elevação, tipografia e estados podem formalizar decisões recorrentes.
A linguagem visual adapta a densidade de informação ao objetivo de cada plataforma. No smartphone, a composição vertical, os cards e os blocos de resposta favorecem uma tarefa por vez e reduzem deslocamentos durante a inspeção. No computador, navegação lateral, filtros próximos aos resultados e superfícies tabulares ampliam a visão do conjunto e facilitam a comparação.
A hierarquia combina títulos, metadados, status e ações para responder rapidamente a quatro perguntas: qual checklist é este, em que contexto ele está, quanto já foi preenchido e qual é o próximo passo. O agrupamento por seção preserva o sentido das respostas, enquanto observações e anexos permanecem próximos do item correspondente, reduzindo a perda de contexto durante a execução e revisão.
Status, percentual, quantidade de itens preenchidos, datas, duração, cliente, tipo, responsável, projetista, revisão, respostas, observações, anexos e notificações formam a base informacional do produto. Esses dados aparecem em diferentes níveis de granularidade: cards apoiam leitura rápida, tabelas permitem comparação, detalhes explicam cada resposta e gráficos sintetizam padrões de operação, parada e tempo.
A experiência representa comparações de tempo gasto, média por checklist, duração por subetapa, diferenças entre tipos e desempenho entre colaboradores. Filtros por período, status, tipo e responsável permitem diferentes recortes de investigação, enquanto a exportação amplia a análise fora da plataforma.
Como oportunidades de evolução, a base pode apoiar indicadores como tempo médio e mediano de conclusão, taxas de aprovação, reprovação e recusa, frequência de respostas negativas, itens com anexos ausentes, seções com maior concentração de atrasos, retrabalho por revisão e gargalos por cliente, área ou responsável. Essas possibilidades são hipóteses de Data-Driven Design, não resultados comprovados pelo material analisado.
No mobile, os usuários podem acessar a plataforma, buscar e selecionar um checklist, navegar por sua hierarquia, abrir seções, responder itens, registrar textos e medições, adicionar observações e anexos e acompanhar o progresso até a conclusão. Estados de recusa também mantêm data e responsável associados ao retorno.
No computador, os usuários podem filtrar e buscar registros, alternar visualizações, agrupar ou separar resultados, consultar detalhes, acompanhar status e responsáveis, adicionar arquivos, configurar tipos de checklist, ordenar perguntas, definir campos obrigatórios e exigências de evidência, analisar dados em tabela ou gráfico, consultar notificações, exportar informações e aprovar ou reprovar resultados. A experiência preserva a relação entre modelo, execução, evidência e decisão.
A experiência prioriza legibilidade, reconhecimento de estados e continuidade em fluxos com muitos itens. Títulos claros, agrupamento por seções, indicadores redundantes de progresso e filtros próximos aos resultados favorecem escaneabilidade e reduzem a carga cognitiva.
No mobile, alvos de toque, contraste sob diferentes condições de iluminação, uso com uma mão, persistência do preenchimento e tolerância a conexões instáveis são critérios importantes. No desktop, navegação por teclado, foco visível, leitura de tabelas, ordenação, filtros e mensagens de erro precisam permanecer eficientes em grandes volumes de dados.
O material analisado não documenta validações de contraste, leitores de tela, navegação por teclado, responsividade, funcionamento offline, tempo de resposta, salvamento automático ou métricas de conclusão. Esses pontos permanecem como critérios de evolução e validação, especialmente para inspeções de campo, checklists extensos, anexos pesados e decisões de aprovação ou reprovação.